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Quando uma pinta pode indicar um câncer?

Pintas podem ser consideradas charmosas, e grandes aliadas da beleza da mulher e até mesmo dos homens.


Não é à toa que ícones como Marylin Monroe, Dita Von Teese e Madonna, por não terem pinta nenhuma, trataram de fazerem as suas. Entretanto, elas também podem indicar um risco a sua saúde. Veja aqui quando (e se) uma pinta pode indicar um câncer.

O melanoma, por exemplo, começa com uma lesão similar a uma pinta. Este sendo o tipo de câncer de pele mais agressivo, que consiste em um tumor maligno que pode se manifestar em qualquer idade ou região do corpo. É ainda mais comum em pessoas que têm antecedentes familiares da doença. Nesses casos, principalmente se associado a outros fatores, a visita ao dermatologista deve ser mais frequente.

Mas, quais os fatores de risco?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) possui um parâmetro chamado de ABCDE, para identifica-los. Método esse que utiliza algumas características das lesões de pele para dar nota à pinta e assim chamar atenção de possibilidades de malignidade. Entenda:

Assimetria

Imagine uma divisão no meio da pinta e verifique se os dois lados são iguais. Quando elas não correspondem, é sinal de alerta de melanoma.

Bordas

As pintas comuns têm bordas uniformes e lineares. No caso de melanoma inicial as margens tendem a ser irregulares.

Cor

As pintas costumam ter uma cor só. Cores misturadas em uma mesma pinta (marrom, castanho, preto, vermelho), pode ser um alerta.

Diâmetro

Analise se a pinta está crescendo progressivamente.

Evolução

As pintas comuns têm sempre o mesmo aspecto. Se elas apresentarem mudança na cor, no formato, tamanho e relevo, sangrar, coçar ou formar crosta é preciso consultar um médico.

A importância do autoexame

O autoexame é método para você examinar regiões do corpo de fácil e difícil visualização, identificando lesões. É recomendado que seja feito pelo menos a cada 3 meses, apenas por alerta.

No entanto, é fundamental que pelo menos uma vez ao ano suas pintas sejam avaliadas por um dermatologista.


E as sardas, elas podem se tornar câncer de pele?

Na verdade as sardas são lesões benignas, que não oferecem risco de virar câncer de pele. Mas como elas estão relacionada a exposição solar excessiva, freqüentemente atingem pessoas de pele clara sendo mais um sinal de alerta para se aumentar a proteção solar.

Exposição solar

Ficar muito exposto ao sol ao longo da vida sem proteção adequada é um risco ainda maior para o surgimento de melanoma. Já que é uma agressão a pele que causa alterações celulares, e são elas que podem levar ao câncer. De forma resumida, quanto mais queimaduras solares o indivíduo sofrer durante a vida, maior será a chance dele ter um câncer de pele. Fique atento!

Vale destacar que muitas outras doenças da pele (tais como queratose seborreica, verrugas e carcinoma de células basais) têm características semelhantes às do melanoma. Por isso, sempre procure um especialista.


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